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Na semana de niver do Ruki, trago mais uma entrevista pra vocês!
Essa não é tão velha quanto a anterior, é de novembro de 2008, época do lançamento de Leech, é igual a entrevista que postamos do Aoi~

Créditos:
Inglês: Kiniro_Ageha LJ
PT-BR: Mari @ MH

Ao retirar conteúdo do blog, DÊ OS DEVIDO CRÉDITOS!


[Leech]
 
– Sanguessuga, um parasita que se alimenta de pessoas. Qual sua primeiro pensamento com essa palavra?

[Sugar o sangue. E com relação a sugar sangue seria um vampire/ demônio sugador de sangue, e daí partiria para o crucifixo…esse é o tipo de direção que estou indo (risos). Entretanto, em se tratando da base de se alimentar das pessoas, acabaria num trapaceiro.]

– Estando numa banda, alguém não encontra também pessoas que estão “se alimentando dos outros”?

[Encontra, encontra! Leech está primeiramente demonstrando esse tipo de imagem. Ainda assim, comparado com o que escrevi em músicas do passado, atualmente isso está bem mais ativo.]

– Provavelmente porque aquelas pessoas que se aproximam (nessas situações), estão pregredindo com a banda crescendo…e nesse meio existem provavelmente histórias questionáveis, não existem?

[Hmm. Porém, nós não agimos sem pensar no que se refere a coisas assim. Como resultado nos tornamos (cuidadosos) assim, mas não significa que não estamos mais enfrentando esses tipos de problemas (risada amarga). Entretanto, como uma regra da sociedade isso se tornou um fato.]

– Não apenas as pessoas desse tipo estão aumentando, também há a parte em que não se pode debater suas vontades próprias e isso resulta no que quer que eles façam então?

[É…dizer o que pensamos é bem fácil, mas também há pessoas que são influenciadas por isso. Bem, também há vezes em que coisas são ditas, que não é nossa posição dizer. (risos) Na verdade, ultimamente tem havido esse tipo de situação, mas naquela vez, nós não podíamos confiar em ninguém. Se nós olharmos pra isso do ponto de vista de quem trabalha, estamos de boa.]

– Certamente, também existem aspectos de negócios em atuar como banda, mas mas no fundo, o desejo é ter um live criativo, não é?

[Sim, Portanto, do término de apenas uma fotografia até onde será usada e de que modo, não há nada a fazer a não ser colocar muito interesse nisso. Por exemplo, a qualidade do papel é importante em como as cores ficarão, e você tem que colocar seus pensamentos nisso.]

– Hoje, também, quando você veio ao estudio, você imediatamente checou tudo cuidadosamente com o cameraman, não foi?

[É o mesmo como quando fazemos músicas, porque no final eles são produtos.]

– E por vocês estarem atentos a essas coisas, pode-se dizer que você é o representante genuino.

[Pra mim, acho que é normal, e eu acho que nós somos realmente sortudos, por podermos trabalhar com pessoas que nos entendem e colocam o mesmo tanto de esforço em nós (e nossos trabalhos).]

 
[Distorted]
 
– Qual é a primeira coisa que lhe vem a mente, quando considera distorção e torção como palavras?

[Claro, primeiro eh “Distorted Daytime” como música, mas ‘distorted’ apenas, eu vim a entender o significado que o que eu acho decente está mudando. Por exemplo, durante um dia normal, coisas terríveis estão muito próximas, o que significa que tais incidents podem ocorrer bem bruscamente, não é?]

– Certamente. Até mais, se considerarmos a internet que está transbordando de informações, onde perigo e dor se tornam tão sem emoção e duros às vezes. Nesse aspecto, mostra quão distorcida a sociedade realmente é.

[Sim. E quando encaramos esse tipo de coisas, a sensação fica entorpecente muitas vezes. Por exemplo, quando numa cena de acidente as pessoas se reúnem para apenas olhar o que está acontecendo na maioria das vezes, e provavelmente só tiram foto com seus celulares, não é. E nesse sentido, essas pessoas muito calmamente e enquanto riem, tiram essas fotos. E isso…é de algum modo uma história estranha, quando algum crime abominável aconteceu, há esse tipo de gente, que provavelmente prefere pensar que é legal. E com esse significado, o mundo está ficando doente. E sobre a paz, eu não penso nessa paz como tal.] (ele não acha que a paz que temos agora é paz de verdade)

– Dentro do próprio Ruki-kun, há algo que é distorcido assim?

[…eu não consigo pensar em nada que seja distorcido dentro de mim.]

– Já te falaram sobre esse tipo de coisas?

[Já, sim (risos). Entretanto, eu penso em mim mesmo como uma pessoa um tanto decente.]

– Por exemplo, não há pessoas que acham seus arredores estranhos enquanto elas próprias é que são um tanto estranhas? Alguém não deixa uma dessas escapar? (risos)

[Sim. Porque essas pessoas pensam em si mesmas como normais e estão calmas sobre isso, aquelas pessoas que pensam em si como um pouco estranhas provavelmente não são realmente estranhas. Bem, geralmente, não importa o que as pessoas dizem, não há quase nenhuma oposição (risos)].

 
[Daytime]
 
– Qual seu primeiro pensamento com o termo ‘daytime’?

[É um dia de inverno. Uma manhã de inverno é o tipo de dia que eu gosto.]

– É aquele ar digno que você gosta?

[Sim, exatamente. Há essa sensação de transparência/limpeza. Ao contrário, eu odeio verão. Durante o verão no Japão, com o calor no asfalto acho difícil respirar, não é? Porém, se fosse Los Angeles ou algo assim, lá o ar é seco, o que dá uma sensação boa. Não é tão indisivo ao suor, sendo assim é bom.]

– Parece que você é uma pessoa mais noturna então?

[O tipo noturno, sim. Entretanto, eu tento influenciar isso eu mesmo. Acordar de manhã cedo é melhor para o humor.]

– Parece que é, não é? (risos)

[Na maioria das vezes (risos). Apesar de que, ultimamente tenho tido um horário estranho para acordar. Vou dormir às 5 da manhã e aí acordo no meio da noite.] (isso non eh meio obvio? ¬¬)

– Isso é um bom lapso de tempo comparado com o resto do mundo (risos).

[É um tanto preocupante (risos). Acontece muito quando escrevo músicas e tal.]

– Isso significa que você não escreve músicas ou letras durante o dia?

[Não, (faço isso) à noite. Entretanto, quando não está frio, não consigo escrever músicas. Em locais quentes, com certeza não crio baladas (risos).]

[Hole]
 
– Qual seu primeiro pensamento com a palavra ‘hole’?

[É uma imagem inesperada, muito parecida com uma armadilha. Onde quer que alguém vá, há aqueles buracos em que você pode cair.]

– Ruki-kun não parece estar caindo nesses buracos facilmente, porém.

[Hmm, eu não caio.] (esse ‘hmm’ é uma concordância)

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