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A ultima entrevista da seção “Arena 37C Agosto 2009 – personal interviews”, Kai

Inglês: Guren_Void LJ
PT-BR: Mari @ MH

Coisas entre ( ) são explicações da própria revista
Coisas entre [ ] são comentários meus


De acordo com alguns rumores, você sempre se desafia quando entra em ensaios individuais para gravação. 
K – Claro. Eh? Mas eu diria que é natural. Não é algo que todo mundo faz (risos)?

É? Ouvi dizer que é hábito seu acostumar seu corpo uns 30 minutos antes de se apresentar. [ele se alonga e se exercita]
K – Não, não, não sou tão habilidoso (risos).

Tão modesto novamente.
K – É porque eu não toquei com nenhuma habilidade considerável nesse álbum!

Sobre o the GazettE, vocês provavelmente não avançaram muito nesse album, mas vocês fizeram um grande album para se pensar sobre, certo. A bateria principalmente, já que você tem que construir a base da imagem [da música] desde o começo da gravação.
K – Certamente. Mas nó9s todos pensamos muito sobre isso, desde a gravação da bateria, quando nós trabalhamos com a expressão principal da bateria e do baixo, estávamos salvos. Sério, na parte quando nós adicionamos as guitarras terminadas, quando havia a flexibilidade da batida foi perfeito, dessa vez também, é claro, é sempre assim. Mas fora a bateria, enquanto pensava sobre o jeito do baixo [de soar] nós tivemos que fazer isso, e acredito que foi difícil. Quando se tornou a base com a bateria, enquanto pensávamos sobre as guitarras adicionadas, tinhamos que criar o live. Eu acho que o baixo foi realmente difícil dessa vez porque esse foi um album ocm uma imagem especialmente forte. É assim com a bateria todas as vezes, mas na medida em que tratamos do som, depois disso nós o adicionamos a um modelo, mas mesmo se não houvesse nenhum deslocamento [do som], já que a sensação mudou completamente, mesmo quando terminamos a gravação, nós conseguimos fazer isso positivamente. Como esperado, dessa vez também perseguimos um objetivo até o fim, e finalmente quando ouvimos à versão com as guitarras e o vocal colocados nela, tentamos lidar ocm as partes adicionadas sem comprometer [o resultado]. Falando das coisas desejadas, depois de graver pela segunda vez, pudemos persegui-las mais [as coisas desejadas são o objetivo deles, no caso o resultado do álbum]. Quando estávamos no estágio quando adicionávamos tudo, nós olhamos para elas novamente e gravamos novamente , etc. Com certeza,já que a data limite estava nos alcançando, se tornou a maior obsessão, mas não crescia o tempo todo [a obsessão] (risos). Mas parecia mais ou menos assim, foi uma obsessão até a data limite dessa vez também. [finalmente fim da resposta @_@]

Mesmo durante um live, você acha que isso irá mudar?
K – Claro, acho que irá mudar durante o live. Mas a preocupação da gravação é diferente e você tem a sensação de mudança num live. Mesmo coisas como arranjo vão provavelmente ser alteradas durante o live, o fluxo do live, uma música depois da outra, o fluxo de músicas do álbum, uma depois da outra, as impressões das músicas feitas uma após a outra durante a gravação são realmente diferentes, eu diria. E para o album, o fluxo depois da primeira música faz a ligação melhor [entre as músicas], mas durante um live, músicas que não são desse album também estão incluídas e temos que pensar sobre isso, pensamos na fluidez do próprio live e sua setlist. Acho que só isso se torna extremamente diferente. Pra mim, há um jeito bem diferente de receber o som original e o do live. Sem restringir isso apenas à bateria, claro, já que o rugido do som também depende do lugar do show, também há diferenças ligadas a isso. É mesmo difícil, porque enquanto há o mesmo som original, e há a mesma apresentação da bateria e a mesma afinação, nós não podemos representar a visão geral do mundo do álbum de um jeito exato. [o kai tah q tah nessa entrevista xD]

Verdade. Dessa vez, porque houveram 2 anos inteiros [sem album], depois do lançamento vocês também decidiram fazer uma turnê, mas essa era uma imagem que vocês podiam visualizar?
K – Bem, para ser sincero, quando o album havia acabado de ser terminado, eu ainda não visualizava [a turnê logo em seguida]. Naquela época nós mal vimos o album com relação ao live. Durante o álbum anterior STACKED RUBBISH,0 eu diria que tivemos uma certa sensação até a data limite, havia também a imaginação de quanto podiamos fazer, mas dessa vez mesmo que tenhamos avançado incrívelmente, não significa que fizemos algo altamente arriscado, mas a imaginação do live ainda não estava lá. Na prática, se não tivessemos entrado para um ensaio pré-show, eu acho que certamente nós não veríamos isso [a visualização que o entrevistador citou], ainda assim, no estágio de agora, não podemos evitar de ter alguns pensamentos sobre isso. [lembrando que essa entrevista foi em agosto, pouco antes da turnê]

Entendo. Ainda assim, esse álbum é o álbum sem uma sensação de grande estresse. Incrível, vocês conseguiram produzir a música que queriam de um jeito ótimo.
K – Hmm. As coisas que fizemos não mudaram, mas certamente parece que o comprimento das coisas que fizemos se expandiu. Mesmo durante os lives, se pudermos fazer as coisas com nosso próprio nível de tolerância, acho que sera bom.

Certo. Mas dessa vez também houve um considerável avanço no esquema de bateria. E também, eu achei que mesmo durante o dia marcado das gravações individuais, você não falhou no ensaio.
K – Ah, iusso poderia ser sobre o ensaio individual que você citou no começo, a conversa sobre a história da gravação no dia marcado?

É, que outra coisa você pensou? (risos)
K – Não, não. Eu pensei sobre a época de preparação para o ensaio de gravação individual (risos). É o treino pessoal normal (risos). Eu achei que estavam curtas, aquelas2 horas (risos) Aa~, sim, sim. Voltamos para a grande conversa (risos) [kai está mto dorgas e-e]. antes do dia marcado da gravação de 2 horas, me acostumei a colocar meu corpo num estilo particular de treino, venho fazendo isso desde a gravação anterior. Tempo é necessário para fazer meu corpo se acostumar a isso. Para mim, melhor que o começo de ‘atacar’ a bateria é a última hora, quando eu começo a me sentir cansado. Dessa vez também, para fazer como mencionei, já que havia muitas expressões difíceis, tempo é necessário para eu mesmo adicionar auto-confiança no som.

Como sempre, tão impassível.
K – E também, eu não posso fazer os toques finais para as coisas que eu mesmo não consigo compreender. Mas eu acho que eu provavelmente não completei a suprema obra de arte dessa vez.

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