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Continuação das entrevistas da Arena de agosto, agora Uruha.
Até que ele não estava tão confuso nessa… exceto pela parte das coisas 3D….

Inglês: Guren_Void LJ
Pt-Br: Mari @ MH

Coisas entre ( ) são explicações da própria revista
Coisas entre [ ] são comentários meus


 

Sobre a direção desse encontro, já que som será o centro dessa conversa, sobre coisas pessoais, eu acho que ouviremos sobre isso em algum lugar do assunto sobre o lado mental da gravação.
U: O lado mental. Hmm. Sobre o lado musical, eu sempre tento chegar em um grau de liderança para encarar isso, mas com o lado emocional, um monte de coisas diferentes são refletidas. Eu tive a sensação de que poderíamos fazer isso nesse álbum e me perguntei se nós habilmente colocamos tudo nele. Dessa vez, também havia o problema de fazer um tempo que não gravávamos um álbum, particularmente mais do que de costume, eu acho que o fizemos com as coisas que refletia.

Depois do álbum anterior, vocês entraram em turnê, parece que essa é a razão para o álbum desta vez. É claro, absorver nos lives o trabalho novo, você teve a sensação disso de repente sair de vocês? [resumindo: se eles tiveram a sensação de usar o material novo na turnê do nada]
U: Hmm. Bem, sobre fazer o live, eu tive esse tipo de sensação. No meio de receber estímulo de coisas diferentes, foi natural haver o tipo de sensação “se formos fazer outro album, vamos fazer um album assim”. É assim todas as vezes, mas agora tivemos uma lacuna de 2 anos, as coisas que que saíram no album anterior, e as coisas que queríamos colocar no novo ainda eram diferentes. Por isso, o tipo de sensação “eu quero mostrar meu novo eu logo!”, eu acho que ficou mais forte.


Depois do intervalo de 2 anos, mesmo se os gostos fundamentais coitinuassem iguais, com certeza diferentes estímulos foram digeridos em vocês, e agora vocês estão no ponto onde querem lançar essas coisas acumuladas.
U: Exato. Porque até este 3º album as pessoas estiveram ouvindo [as coisas antigas], eu diria que sentimos vontade de começar a juntar material para o album. “Quero que eles ouçam as coisas novas logo!” tipo de coisa. Não é que negamos o som antigo, o tipo de sensação “mas é assim agora” que queríamos que tomasse forma logo. Bem, demorou um tempo para juntar tudo (risos), pra mim. Agora que está completo, ficamos com a sensação de rapidamente querermos ir e fazer a turnê (risos).

Vai ser um live com crescimento [da banda].
U: Certo. Bom, contando que a banda sempre tem feito lives, os lives sempre estão no centro [de nosso interesse]. Para ser honesto, não podemos apenas nos concentrar em um album que fazemos em um ano. Não é apenas o album, se não tivéssemos lançado 3 singles, nós precisamos de um tempo considerável. É porque você não pode lever a música no mesmo passo o tempo todo. Dessa vez, faz um tempo, na verdade, digerimos os álbuns anteriores direito durante os lives e tivemos uma sensação de retorno [dos fãs] dentro de nós. Enfrentamos aquele “o próximo álbum, vamos faze-lo desse jeito” tipo de desejo fervente e eu acho que ofi um bom momento. Tanto do ponto de vista de tocar quanto do emocional.

Entendo. Qual foi a maior preocupação em você que mencionou?
U: Durante a gravação desse album, a maior preocupação, como dizer, eu não consigo explicar bem com palavras, mas eu queria fazer uma frase que teria um sentimento tridimensional. O tempo todo, enquanto fazemos um live, houve momentos em que eu pensei em querer fazer coisas mais tridimensionais durante o album seguinte. Com meu próprio som, eu pensei em mudar totalmente a impressão da frase de um live e eu adotei isso(what? XD). Com as coisas feitas desse jeito, eu pensei se o live não ficaria pouco divertido. Foi “Oo, o toque de hoje foi o melhor!” tipo de sensação (risos). Eu achei que queria esse tipo de sensação de uma interpretação correta de imprecisão.

Entendo. Você fez bom uso disso agora?
U: Sim. Bem, eu queria fazer isso direito durante a gravação, mas o gusto do que sai durante o live é diferente, e eu me perguntei se era possível reproduzir esse sentimento. Mas, o tempo que tínhamos para gastar até o live era de mais ou menos um mês. E no meio-tempo também, coisas diferentes foram adicionadas [na agenda] fora esse trabalho [gravação], então não foi como se pudéssemos nos concentrar apenas na gravação. Mesmo sendo depois de 2 anos, o tempo gasto com o som demorou cerca de um mÊs (risos). Tinha pressão, de algum modo, de qualquer maneira não tinhamos muito tempo para gastar, foi difícil. Sobre meu jeito de fazer músicas, demorou bastante tempo. Mesmo depois de agradavelmente irmos fazer músicas, já que eu não estava profundamente emocionado com elas, eu as joguei fora. Comecei a refazê-las desde o começo, mais uma vez. É por isso que demorou tanto.

Quase até o último momento, você se concentrou e tomou decisões. Como uma obsessão pura, certo. Falando nisso, a composição do álbum foi feita por toda a banda, mas quais o Uruha fez?
U: 13STAIRS[-]1 e DIM SCENE.

Músicas famosas. Particularmente, essas são minhas duas musicas favoritas. Em 13STAIRS[-]1, o som das guitarras e a composição são os melhores e eu gosto deles, dá a sensação de decorar a segunda parte do álbum. É o tipo de música cuja presença é sentida por si mesma [quer dizer que não precisa de outras músicas, ela é marcante sozinha]. DIM SCENE, o som mexe com as emoções assim em algum momento também…e profundamente emociona em outro, essa música única. Tal tristeza…especialmente na introdução.
U: É. A introdução corresponde a tristeza. Essa música, quando eu a estava fazendo no começo, naquela época havia o sentimento da grande tristeza da minha frase, mas logo antes de gravar. Eu pensei em levar esse sentimento ainda mais fundo, mas mudei isso no último momento.

Uma guitarra limpa é o mais triste, certo.
U: Fiquei obcecado neste ponto. Não tinha tempo, mas eu não ia desistir de jeito nenhum. Fiquei preocupado até o fim, estava considerando mudar coisas e quando cheguei ao ponto onde eu senti [a tristeza absoluta], eu fiquei muito feliz.

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