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Créditos:
Inglês: Guren-Void LJ
Pt-Br: Mari @ MH


As 17 músicas do volume, e as 5 [SE] foram colocadas no DIM, qual foi o conceito? (SE são as músicas sem vocal)
Ruki: As 5 músicas SE foram colocadas por minha preferência.
Aoi: No início, elas eram mais comuns, por assim dizer, o ritmo era *** [aqui ele usa algum tipo de onomatopeia desconhecido que provavelmente indica que o som era bem simples], mas eu pensei apenas sobre o som, e se você tentar ouvi-lo vai ter a sensação de haver um significado e eu acho que isso é bom. Você quer ouvir esse fluxo, ouvir esse exato album.
Ruki: Quer dizer, não é um filme, mas nesse album há um senso de uma história original e se isso é um album conceitual, provavelmente é um album conceitual, mas mais do que isso havia a consciência de querer fazer um ‘grande album’. Até agora, enquanto cuidavamos para fazer algo novo, eu acho q seria bom dizer que era um album variado, mas dessa vez havia uma versão coerente e queriamos fazer algo que seria inesquecível.

Então, eu diria que vocês queriam fazer o principal álbum do the GazettE?
Ruki: Bem, é por isso que eu diria que as coisas novas com que lidamos, nós ousamos. Mais do que isso, o começo do the GazettE, eu realmente gostava da banda antes, desde o começo, ou deveria dizer que eu gostei das coisas que fizemos, então eu pensei, vamos faze-las. Durante um live, não eram as músicas que mais aumentavam a tensão? E esse álbum se parece com isso. Havia um objetivo.

Essas ‘músicas que aumentam a tensão’, o som é pesado, mas a melodia é bonita, certo?
Ruki: Certo, isso foi o que eu cresci ouvindo. Apesar de que, até essa época, fazer música e ouvir música eram coisas diferentes. Mas até aqui, nós inexperadamente retornamos, e achamos que tentar seria uma coisa boa. Surpreendentemente, nós fomos fundo nisso.

Sobre o título do DIM, mais ou menos quando vocês decidiram por esse?
Ruki: No começo pensei em DIM SCENE, mas pensei em DIM na época de Guren, dentro de mim.

Você disse isso aos outros integrantes?
Ruki: Não disse?
Reita: É, não disse absolutamente nada.

Apesar disso, todos vocês mostraram músicas ‘sombrias’.
Uruha: Não houve nenhuma discussão sobre o título, mas nós frequentemente falamos sobre o tipo de album que poderíamos tentar fazer, mesmo antes, quando fazíamos o single anterior, um componente que mantivemos para nós mesmos, e pensamos que com certeza seria um álbum dark.
Ruki : Durante uma reunião em que estavamos escolhendo músicas, NAKIGAHARA e 13STAIRS[-]1 continuavamos a deixar pra trás. “Essas estão boas?”, nós dizíamos, “Me pergunto se essas estão diferentes”, eu pensei. Mas quando tentamos espalha-las [dentro do álbum] o equilíbrio estava muito bom. Quando eu estava escrevendo as letras, eu estava tipo “O que é isso?”, “Sempre escrevi coisas assim?”, “Isso não tá nada bom!”. Eu pensei coisas desse tipo (risos)
Aoi: Em mim não era ‘obscuro’ (ele diz Dim aqui, mas sem se referir ao nome do álbum), eu diria que “escuridão” começou a aparecer em minha cabeça, e músicas além das cores começaram a sair.

SHIROKI YUUTSU?
Aoi: Sim.
Ruki: Há escuridão por causa daquelas outras cores diferentes.
Kai: Mas, a primeira impressão que eu tive foi assim, mas “vamos ouvi-la mais uma vez”, eu disse durante a reunião de escolha das músicas, e quando eu ouvi 13STAIRS[-]1 mais uma vez, inesperadamente a violência foi como uma sensação do tipo “Não é tão obscura quanto [as outras]?” que eu tive.

Com certeza é sombrio. Qual música também foi arrebatadora e fácil de colocar?
Ruki : Hmm. As que tinham uma atmosfera distinta eu diria. É por isso que as “tristes” passam a sensação de instigarem isso.

E também aquelas cujas melodias sobressaem as outras.
Ruki : Com relação as músicas em que colocamos o vocal, elas não tinham aquela sensação cativante, depois de canta-las, eu mesmo não achei que elas fossem boas.

Me pergunto qual era o princípio do the GazettE.
Reita: O modo como a melodia sempre cresce é a característica do the GazettE. As músicas são viciantes e eu diria que quando você as ouve, elas são fáceis de lembrar. Esse é o ponto forte da banda.

Não é apenas a melodia, o som também eu diria que ganhou profundidade, você realmente tem a sensação de estar assistindo a um filme, e e também diria que o som um por um representa a visão do mundo perfeitamente.
Reita: O som vem para você como um discurso.
Aoi: Sobre a guitarra, ao invés de estar desordenado, o que você mencionou antes está lá. Antes, por que as duas guitarras variavam, não importa o que você ouvisse, você não sabia se havia sido feito de um jeito certo. Dessa vez, as melodias crescem, há a frase do Uruha, há a frase do baixo, elas saltam eu diria, as táticas que eu notei são muito habilidosas
Uruha: Mesmo assim, não é apenas a imagem da guitarra vaga e legal, é? Você tem que pensar muito nisso, certo? Se não houvesse significado, [a guitarra] não seria necessária. Mas mais do que eu estar no the GazettE, mais do que um guitarrista, quando [o toque da guitarra] não tinha poder de conexão, minha própria existência seria negada completamente. Eu estava recitando o significado de meu próprio ser.
Reita: No live a cerca de um ano atrás, antes eu não devolvi um monitor de bateria, mas foi feito para que eu pudesse ouvir o som todo. Mais do que isso, isso empurrava todo o grupo. Esse foi o ‘empurrão’ relacionado ao ‘com com profundidade’ que foi mencionado anteriormente.

Esses foram os resultados do não fazer nada, só ficar em turnê o ano todo no ano passado.
Kai: Sobre a bateria do the GazettE dessa vez, eu percebi que houve muita reflexão. Antes, minha própria batida, eu achava que liberdade era uma coisa boa, mas não era mais alguma coisa nessa banda, era? A coisa boa nas 5 pessoas da banda que se tornaram 4, para fazer as mesmas coisas, eles tinham que dar seu melhor, Foi assim. Eu acho que nós só pudemos fazer esse album porque a aproximação de toda a banda mudou.

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